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17 setembro 2012

ELEMENTOS DE COESÃO

RELAÇÃO DE SENTIDO
ELEMENTOS DE COESÃO

Causa 
porque, pois, por, porquanto, dado, visto, como, por causa de,  devido a, em vista de, em virtude de, em face de, em razão de,  já que, uma vez que, visto que, dado que.
Consequência
tão, tal, tamanho, tanto que, de modo que, de maneira que, de  sorte que, por conseguinte, logo, portanto, pois, assim sendo,  assim, como resultado.
Condição
se, caso, mediante, sem, salvo contanto que, desde que, a não  ser que, exceto se
Finalidade
para, porque para que, a fim de que, a fim de, com a intenção  de, com o propósito de, com o fito de, com o intuito de.
Prioridade,  relevância
em primeiro lugar, antes de mais nada, acima de tudo, precipuamente, mormente, principalmente, sobretudo.
Oposição
 mas, porém, contudo, todavia, entretanto, conquanto, no  entanto, apesar de, a despeito de, não obstante, malgrado a,  sem embargo de, se bem que, mesmo que, ainda que, em que pese, posto que, por mais que, por muito que, muito embora.
Comparação
 como, qual, do mesmo modo, como se, assim como, tal como, da mesma forma, sob o mesmo ponto de vista, semelhantemente, similarmente, de maneira idêntica, igualmente, por analogia, assim também.
Tempo , ordem, sucessão
quando, enquanto, apenas, mal, logo que, assim que, depois que, desde que, todas as vezes que, sempre que, então, enfim, logo depois, imediatamente, logo após, a princípio, posteriormente, em seguida, atualmente, hoje, constantemente, às vezes, ocasionalmente, raramente, nesse ínterim, nesse meio tempo, enquanto isso
Certeza,  ênfase
de certo, por certo, certamente, indubitavelmente,  sem dúvida, inegavelmente, com toda a certeza.
Dúvida
talvez, provavelmente, possivelmente, quiçá, é provável, não é  certo, se é que, quem sabe?
Surpresa, imprevisto
inesperadamente, inopinadamente, de súbito, imprevistamente,  surpreendentemente
Propósito, intenção,  finalidade
com o fim de, a fim de, com o propósito de, propositadamente, de propósito, para que; intencionalmente
Contraste, restrição, ressalva
pelo contrário, em contraste com, salvo, exceto, menos , conquanto, porém, todavia, embora, apesar de, entretanto.

Proporção
à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais...mais/menos.
Conformidade
como, consoante, conforme, segundo,  de acordo com, em  conformidade com.
Alternância
 Ou, nem ... nem, ou... ou, ora... ora, quer... quer, seja... seja.
Adição, continuação
e, nem (= e também não) não só... mas também, tanto... como,  não apenas ... como, além disso, ademais, outrossim, ainda mais, por outro lado, também, inclusive
Lugar, proximidade, distância
perto de, próximo a ou de, dentro, fora, mais adiante, além, este,esse, aquele, aquém de.

Ilustração, esclarecimento
por exemplo,  isto é, quer dizer, em outras palavras, ou por outra, a saber, ou seja, o que equivale a.
Resumo, recapitulação,
conclusão
em suma, em síntese, em conclusão, enfim, em resumo, por último, assim, então, dessa forma.
Afirmação
A verdade é que, o fato é que, é inquestionável que, o certo é que , sabe-se que, é notório que, é de conhecimento comum que.



17 junho 2012

PROPOSTA DE REDAÇÃO



Escreva um texto NARRATIVO a respeito do seguinte tema:

QUANDO SE JUSTIFICA MENTIR?

Atente para as seguintes instruções:
redija a narrativa em 1.ª ou 3.ª pessoa, de forma que o conflito seja desencadeado por uma MENTIRA. Além do conflito, o texto deverá ter personagens e desfecho adequados ao tema.

Excerto 1
(...)
Os pais ensinam os filhos desde cedo que mentir é muito feio. Que gente mentirosa é mal vista pela sociedade.
Mas vamos falar a verdade. O que mais existe no mundo é mentira (...)
Mentir é considerado o quinto pecado capital, mas quem já não teve de lançar mão desse recurso para se sair de uma situação complicada? Muita gente acredita que, se for uma mentirinha inofensiva que não prejudique ninguém, não faz mal. Mesmo que isso funcione algumas vezes, mais vale uma verdade dolorida do que uma mentira mal contada.
(...)
O Diário do Norte do Paraná, 1.º/04/2005.

Excerto 2
(...)
A interpretação da mentira depende, portanto, do “código de ética” seguido pelo mentiroso. Para o utilitarista, por exemplo, a mentira se justifica quando, através dela, se produz maior felicidade. Esse é o caso do comentário que se faz ao moribundo (“como você está bem ...”) ou do consolo do dentista (“não vai doer nada ...”) ou da formalidade dos adversários quando se encontram em público (“que prazer em vê-lo ...”) ou mesmo do final da carta desaforada (“com a minha alta estima e elevada consideração ...”).
(...)

José Pastore, Folha de S. Paulo, 20/05/1987.


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FIM DA JORNADA!!